Os professores da Ufopa (Universidade Federal do Oeste do Pará) definiram, em assembleia encerrada há pouco, os representantes da categoria que irão compor a comissão que comandará a eleição para reitor (a) da instituição.
São eles:
– Everaldo Portela;
– Tânia Brasileiro; e
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– Raul Cunha.
Amanhã(3), será a vez dos técnicos, também em assembleia, definiram os seus representantes na comissão.E por fim, os alunos, na sexta-feira (4).
A eleição está marcada para o dia 18 de novembro.
Estará a cargo da comissão eleitoral decidir, por exemplo, o modelo de consulta: se paritário ou proporcional. Nessa, o voto dos professores tem 70% do peso total. O peso do voto de técnicos e alunos têm 15%.
No paritário, os votos são contados individualmente. Não têm peso.
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Nao vou perder tempo me defendendo de ataques de baixo nível…
Prefiro agir com respeito e agradecer a todos os professores que a mim confiaram seu voto para lhes representar na COMISSAO ELEITORAL…
Estou consciente do grande desafio que temos pela frente e por isso nao vou me por a ficar olhando para trás. Nao pressionei ninguém, nem me vangloriei, apenas lutei e continuarei lutando por todos, pois aprendi que, em política, a melhor decisao, é a decisao coletiva. E foi isso que aconteceu na nossa assembléia democrática e soberana!
Obrigado a todos os professores pela PARTICIPAÇAO, pois é isso que queremos na UFOPA, direito de PARTICIPAÇAO, EXERCÍCIO DA CIDADANIA!…
Primeiramente, agradeço os comentários que foram e são feitos acerca de minha postura, sejam eles favoráveis ou não, pois tenho consciência que jamais conseguirei unanimidade quanto minhas ideias e posicionamentos, mesmo assim, sou homem o suficiente para assumir minhas atitudes e expressar meu pensamento sem ter que me esconder atrás de um pretenso pseudônimo que, diga-se de passagem, envergonharia qualquer comunista consciente. Por isso, Sr. COVARDE, seja macho e se identifique. Quanto ao fato de eu não possuir título acadêmico de Mestre ou Doutor lhe asseguro que em nada me envergonha, lamento não tê-los, entretanto te asseguro que, mesmo não os possuindo, tenho orgulho de ser professor universitário por ter sido aprovado em concurso público de provas e títulos e te afirmo, sem medo de errar, que meus avaliadores são muito mais competentes que qualquer indivíduo de sua estirpe. Posso não ter título acadêmico, mas tenho caráter e, pela tua covardia, sou levado a concluir que é isso que te falta!
Mário Adônis Silva, orgulhosamente professor universitário concursado, apesar de não ser mestre nem doutor!
Votar no POLITICAMENTE NOJENTO é pedir para a RAPOSA continuar tomando conta do galinheiro… Ou seja, é ROUBADA, é BURRICE!…
Como bem afirmou o Jeso, esse “Sr. Comunista” é tão “MACHO” que se esconde em um pseudônimo que, além de tudo, não condiz com o seu discurso idiota, arrogante, preconceituoso e mentiroso.
Dizer que a reunião foi “uma palhaçada” é revelador de sua trajetória com certeza baseada em autoritarismo no qual as decisões são impostas, e não discutidas. Democracia implica em saber ouvir, dar espaço para que todos possam manifestar suas opiniões, e quando não há concordâncias, o voto da maioria consolida uma vontade coletiva.
Quando você afirma ter visto “Muitos doutores agindo como crianças, se deixando dirigir por pessoas de pensamento ultrapassado na universidade […]” deveria olhar para si próprio e para seus pares nesta situação pois estes sim se deixaram levar por um pensamento ultrapassado, controlador, cerceador de liberdades, intimidador, e não afeito a democracia. Vi muitos na Assembléia que vivem sempre na sombra do poder, e precisam justificar suas gratificações sendo cordeirinhos e fazendo tudo o que o chefe manda. Isto sim é lamentável em uma instituição universitária pública.
Na sequencia do seu texto, descarrega todo seu preconceito e sua ignorância ao dizer […] professor não doutor e muito menos mestre Mario “Garganta” Adonis e Everaldo Portela” . A reunião foi conduzida, se é que pode se dizer isso, por um professor inexperiente que num ato de desespero, depois do encerramento dos votos para certa pauta, como ficou empatado, mudou de voto.” Quando afirmo que és preconceituoso e ignorante, comprovo. Suas palavras estão carregadas de preconceito pois o fato de um colega não ser doutor não o faz menor em capacidade para ter entendimento sobre a realidade. Paulo Freire discorreu com elegância e profundidade sobre esta questão ao afirmar que “Ninguem sabe tudo. Ninguem ignora tudo” Tantos outros cientistas renomados são categóricos em considerar os saberes populares e em respeitar o conhecimento que advem da prática, especialmente quando esta, pela reflexão e por uma intencionalidade a serviço do coletivo, se converte em práxis.
Ter escrito que a reunião foi conduzida por um professor inexperiente que mudou o voto é revelador de uma ignorância sem precedentes. A experiência é um conceito que está associado com a repetição, mas não apenas com ela. Com a quantidade, mas também com a qualidade. Considero que o colega que presidiu a reunião possui todos os atributos que o qualificam para a posição que ocupa, e em uma eleição na qual o resultado foi empate, 45 a 45 votos, ele, como Presidente, poderia usar o expediente do voto de minerva, que o fez, ao votar pela segunda vez, e nesta, diferente do que havia votado na primeira. Sem que seja motivo de desqualificação, isto é revelador de sensibilidade e da capacidade de revigorar-se no pensamento e na ação.
Quando você questiona a quantidade de professores na assembléia, deveria fazer uma auto crítica e procurar retrospectivamente se perguntar quantas vezes já esteve nas reuniões, quantas vezes já se dispôs a contribuir com a luta da categoria, tanto você quanto os que criticam que poucos comparecem para discutir e decidir. Fraude não é o sindicato, como afirmas, fraude é este tipo de pensamento que aflora em seu discurso escrito.
Você se coloca como quem faz democracia, mas por tudo o que disse, faz demagogia e confunde democracia com imposição consentida.
Leia e pratique. Você ainda aprender.
Eu assino o que escrevo. Sou Anselmo Alencar Colares, não sou ficção. Tenho uma história que me qualifica, e pela qual faço questão de manter coerência.
Concordo com vc Anselmo, em quase tudo. Mas aquela do Luis Fernando foi demais. Queria sortear no papel e depois mudou pela pressao dos companheiros. é a famosa DEMOCRADURA.
Não posso deixar de me manifestar quando vejo uma covarde e maldosa tentativa de desqualificar colegas que ao contrário de muitos tem história, tem competência técnica como professor (seu alunos que o digam) e tem acima de tudo competência política de dizer ” na cara” o que alguns não têm coragem de dizer nem entre quatro parede. É verdade que existiram colegas agindo sob pressão, mas não dos discursos e sim de seus “chefes” que no cabresto os levaram a comparecer numa assembleia e nela votar nas suas propostas que, como sempre, são marcadas pelo casuísmo eleitoreiro. Isto sim é ultrapassado e reacionário.
Prof. Edna Marzzitelli
Programa de Educação
ICED/UFOPA
Quem participou dessa reunião sabe que se tratou de uma palhaçada. Muitos doutores agindo como crianças, se deixando dirigir por pessoas de pensamento ultrapassado na universidade, como o professor não doutor e muito menos mestre Mario “Garganta” Adonis e Everaldo Portela. A reunião foi conduzida, se é que pode se dizer isso, por um professor inexperiente que num ato de desespero, depois do encerramento dos votos para certa pauta, como ficou empatado, mudou de voto. Menos de 15% dos professores querem decidir e continuar decidindo pela maioria, sempre se aproveitando do momento, foi o que percebi ontem. Esse sindicato é uma fraude. A tentativa de esvaziamento, como sempre, foi feita, mas não conseguiram. FOI UMA VERGONHA PARA TODOS NÓS QUE FALAMOS DE DEMOCRACIA UNIVERSITÁRIA. É DISSO QUE TEMOS MEDO NA UNIVERSIDADE QUE QUEREMOS PARA NÓS. FORA RETROCESSO. Quero ver quem é MACHO para discordar do que eu escrevi.
Puxa, como você é macho! Machão mesmo! Só esqueceu de assinar o nome.
Tenha fairplay, seixo-aldista! Vocês perderam. Isto se chama democracia, coisa que eu sei que seus chefes não conhecem bem…
Me divirto com estes caras sem convicção e que argumentam feito poeira ao vento.
A assembléia é soberana. Viva a democracia.
Votar no Aldo é roubada, cacique!
Sr pseudocomunista de Oliveira Queiroz
Realmente a assembléia foi uma VERGONHA PARA A TROPA DE CHOQUE DA REITORIA…
Passaram a assembleia toda fazendo ligaçoes telefônicas para trazer mais votos de cabresto para a assembléia,conseguiram trazer mais alguns gatos cordeirinhos que tiveram que assinar a frequencia já na hora final da votaçao…
Mas, mesmo com este artifício coronelesco, a tropa NOJENTA do POLITICAMENTE NOJENTO levou taca!…
Se o professor Mario e o Portela sao retrógrados vc entao, deve estar no mundo da lua com seu pensamento tao progressista!…
Tropa de choque da reitoria, falas do Clodoaldo, nao e? Pois este foi o que mais ficou ao telefone. Participou inclusive da assembléia dos tecnicos.
Raimundo Jorge Aquino Domingos de Queiroz,
Os CDs e FGs da REItoria foram reunidos sob o comando do POLITICAMENTE NOJENTO para manipular a assembléia votando em bloco nos seus nomes previamente definidos…
Mas, nao conseguiram enganar a categoria docente com esta artimanha manipulatória, receberam o que todos os lacaios merecem e sairam gritando com o rabinho entre as pernas: caiin, caiin, caiin, caiin….
Tem que ficar claro uma coisa, esse novo grupo gestor que vai desde o reitor até seu ultimo subordinado.
Eles vão ter super poderes, eles vão poder fechar ruas, não vão prestar contas de suas ações, o que se viu desde a fundação da UFOPA foi isso transparência ZERO.
A eleição visa levar UFOPA para o futuro. Se ficar revirando o passado corre o risco de destruir tudo já conquistado. Isso é a praxe adotada, para o bem de todos, por todas.
Percebo um pequeno lapso na descrição em relação à paridade, que deixa margem para interpretações dúbias.
Do jeito que está: “votos contados individualmente. Não têm peso” parece mais se tratar do voto Universal.
Vejamos:
– Voto universal: cada pessoa, um voto. Votos são contados sem peso. Não importam as categorias.
– Voto paritário: há um nivelamento entre o número de pessoas que compõem cada categoria. Nesse caso os votos de cada categoria correspondem a 1/3 – não importando o seu número de membros (nesse caso, como a categoria de estudantes é mais numerosa, é evidente que o voto deles possui um peso menor).
O sistema proporcional dentro da Universidade é bastante interessante. Professores, em menor número têm peso 70, alunos e funcionários em maior número têm peso 15 cada uma das categorias. Isso equipara o “valor do voto”.
Vai levar a eleição a categoria que conseguir convencer outras categorias de suas propostas e, assim, conquistar esses votos.
Isso é fundamental dentro de uma universidade.
A universidade não é feita de sonhos, mas de propostas pragmáticas para o contexto no qual está inserida ou que pretende se inserir. E a UFOPA tem um papel fundamental na região Oeste do Pará.
Agora sim. Estou começando a acreditar na transparência e na democracia nessas eleições.
Excelentes nomes. Éticos, competentes e comprometidos com a UFOPA.
A esperança venceu o medo. Que seja assim também nas eleições propriamente ditas!