
No próximo domingo (dia 10) o empresário Rilson Carneiro de Almeida, o Sonson, 66 anos, completa 30 dias que se encontra trancafiado na penitenciária agrícola de Cucurunã (Sílvio Hall de Moura), em Santarém (PA). É acusado de estupro de vulnerável. Foragido desde 2016, ele foi preso em São Paulo, capital, em junho deste ano.
A defesa de Sonson entrou, no final do mês passado (dia 29), com pedido junto à Justiça que lhe seja concedida prisão domiciliar. Alega que o acusado enfrenta graves problemas de saúde – Mal de Parkinson, além de doença degenerativa óssea, que exige cuidados especiais.
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Até a Corregedoria do Ministério Público do Pará foi acionada por familiares do empresário para que a Promotoria Criminal em Santarém se manifeste o mais breve possível sobre o pedido.
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Nesta semana, a promotora Duly Otakara emitiu parecer contrário a prisão domiciliar. Mas se disse favorável a transferência do empresário para o presídio metropolitano localizado em Marituba, unidade onde ele poderia receber cuidados médicos mais específicos que a sua saúde requer.
Sonson se encontra acamado na enfermaria de Cucurunã 48 horas depois que chegou no presídio, transferido de São Paulo, por ordem judicial, da Penitenciária de Guarulhos I José Parada Neto.
A defesa dele é feita pelos advogados Wlandre Gomes Leal e Fádia Assad de Almeida, filha de Rilson.
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