O respeito mútuo e a lealdade recíproca não autorizam a ideia de que a criatura venha a se voltar contra o criador. Erram os que apostam numa ruptura.
Kennedy Alencar, jornalista, em artigo no jornal Folha de S. Paulo, sobre Lula e Dilma Rousseff.
O respeito mútuo e a lealdade recíproca não autorizam a ideia de que a criatura venha a se voltar contra o criador. Erram os que apostam numa ruptura.
Kennedy Alencar, jornalista, em artigo no jornal Folha de S. Paulo, sobre Lula e Dilma Rousseff.
Muito cedo para se afirmar isso ….
So o tempo para dizer se Dilma e aquilo que sabemos ou se vai ter vida prorpria contrariando todas as expectativas …..
Conversa fiada do Kennedy. Não se deve confundir respeito e lealdade com subserviência. A eleita era e é uma desconhecida. Ninguém sabe a quantas anda. Foi uma invenção exclusiva do Lula, nem o PT a queria como candidata, e ela só foi eleita porque o Nordeste, tradicional curral eleitoral lulista (não necessariamente petista), achava que ela era a “muié do Lula”. Em sendo assim, Dilma não tem autonomia, tem mais é que o obedecer. Como se diz lá no Nordeste, ela não é nem besta de se impor. Vai aceitar caladinha tudo o que ele mandar fazer, embora do jeito espertalhão e maquiavleíco dele, falando uma coisa em público e outra entre as quatros paredes, que é onde se fazem mesmo as tenebrosas transações desta república de banana.
Concordo, desde que o criador fique quieto e esqueça reeleição.