Em consequência de decisão judicial, a Prefeitura de Santarém (leia-se prefeita Maria do Carmo) deve anunciar oficialmente nas próximas horas o novo diretor do HMS (Hospital Municipal de Santarém).
Trata-se de Celso José Alves da Silva, 47 anos, com formação superior em administração hospitalar.
Ele substituirá o médico Fábio Tozzi, deslocado para o cargo de diretor técnico do HMS.
O próximo a ser substituído, ainda no rastro da decisão judicial, é o número 1 da pasta de Saúde (Semsa), o médico Emmanuel Silva (foto).
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Ele e Fábio Tozzi, de acordo com ação movida pelo MP (Ministério Público) do Pará em Santarém, possuem vínculos trabalhistas, contratuais e empresarias com outras instituições e empresas, o que seria incompatível com os cargos que ocupam na Semsa e no HMS, conforme determinação do SUS (Sistema Único de Saúde).
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Tem um nome para servidor público que acumula irregularmente cargos e salários: IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA. Esperamos agora que o Ministério Público faça o que deve ser feito para que o dinheiro recebido indevidamente por esses médicos seja devolvido ao erário público.
Não entendi porque o Ministério Público concordou com esta proposta da Prefeita, se teve uma liminar favorável e a Prefeita não recorreu em instância superior. Também não entendi porque o MP concordou que o Dr. Tozzi permanecesse no Hospital Municipal como diretor técnico, se este cargo também é cargo de direção no SUS e não permite acúmulo com outros empregos. Será que o Dr. Tozzi pediu demissão de todos os outros empregos que ele tem e ninguém ficou sabendo, só o Ministério Público?
E como fica o dinheiro que o Dr. Emmanuel Silva e o Dr. Fabio Tozzi ganharm ilegalmente? Quando esse dinheiro será devolvido aos cofres públicos? O que o Minisério Público Federal e o Minisério Público Estadual vão fazer para que este dinheiro seja devolvido ao SUS?
A prefeita somente agora entendeu que tem que se curvar a lei, mesmo sendo uma promotora de justiça, parece que esquece. Nem sei se essa mulher ainda pode voltar para o Ministério Público, depois de terminar esse mandato, convenhamos, é uma falta de moralidade pública .Essa prefeita sabe que nunca que Tribunal irira suspender a liminar da juíza de Santarém, por que é lei. Agora falta Ministério Público ir mais e entrar com ação de improbidade admnistrativa e cobrar desses medicos os salarios que receberam sem estarem trabalhando, pois imossível que estivessem ocupando diersos cargos aos mesmo tempo. Viva respeito a lei.
Essa cara de coveiro do EMANUEL ….é pra sair mesmo.
Tens razão oculista e o que é mais terrível é que esses caras vão continuar mamando nas têtas. A prefeita esbravejou que ia até o céu para defender esses dois indivíduos, mas parece que os dois cairam em desgraça. O discurso é um, a prática é outra. Ô, povinho…
Fico feliz e até aliviado ao saber que finalmente um profissional da administração, mais especificamente da administração hospitalar, vai gerir o HMS. Com todo respeito aos outros profissionais, é fundamental admitir e respeitar as limitações no processo de formação e valorizar o conhecimento técnico advindo das formações específicas.
Oculista, eis os instrumentos juridicos que a PJM utilizou contra a decisão:
Pedido de Suspensão de liminar: 201230058518;
Agravo de instrumento: 201230056314.
acessa no sitio http://www.tjpa.jus.br.
Buscar saber mais e para de falar besteira.
É pelo visto a prefeita nao teve sucesso em tentar burlar a lei e manter esses medicos em cargos de direção com tantos empregos. Que vergonha para essa promotora prefeita.
Não conheço esse profissional, mas pelo menos ele tem formação na área. Médico não estuda administração na faculdade, eles tem que ficar na assistência, que foi pra isso que estudaram.
Se for seguir a sua lógica, pergunto: E administrador sabe o que de medicina? Tem que ter um misto, assim é melhor pro povo! Administrador que conheça um pouco da medicina e médico que conheça um pouco de administração. Daí vc vê o que é mais fácil. Médico não precisa ficar só na assistência o Franco, pode e deve planejar políticas, projetos, inclusive legislar, assim todo e qualquer cidadão pode!
Qual o motivo da douta procuradoria jurídica do município não ter recorrido da decisão judicial, já que em recente entrevista, a excelentíssima prefeita ressaltou que :” recorreria até a justiça divina para não cumprir tal determinação, caso fosse, por força judicial obrigada a fazê-la? Seria uma mudança de estratégia, no intuito de não prejudicar seu candidato a eleição vindoura?
Atitudes como esta comprovam de maneira cristalina o modo de conduta insidiosa dos atuais ocupaantes do poder público municipal.