Restaurante privatiza praia em Alter

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O post Crime ambiental chega a Arapiuns suscitou o seguinte comentário do radialista Raik Pereira (Rádio Rural AM):

Meu caro Jeso,

Aproveito essa foto para levantar outro assunto, bem mais próximo de nós e das autoridades deste município. O uso da Praia do Cajueiro, em Alter do Chão, para festas particulares…

Parece ser normal pra uns, ou absurdo para outros, mas no último sábado o restaurante praiano Dom Germano simplesmente cercou (privatizou por uma noite) a Praia do Cajueiro na vila balneária de Alter do Chão para realizar um LUAU SERTANEJO, cujo preço do ingresso era R$ 5,00 (cinco reais). E nele (ingresso) está escrito: Luau Sertanejo – faça a sua noite valer a pena – 19 de novembro – 22 horas – Restaurante Praiano Dom Germano (Praia do Cajueiro).

O local, cercado com palha e outros materiais, ficou lotado, inclusive, pais com bebês no colo estavam presentes. Pelo menos duas bandas se apresentaram, Trio Para Amar foi anunciado para fazer seu show. Pessoal, esse relato é pra saber dos senhores e das senhoras, até onde isso está correto e até onde isso está errado?

Ah! tava esquecendo de dizer que o presidente da comunidade Luiz Alberto não sabia da festa (e olha que essa foi a terceira edição), nem o secretário de Meio Ambiente, Marcelo Corrêa. Agora é com vocês.


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26 Responses to Restaurante privatiza praia em Alter

  • Parece coisa de terra sem lei, de cidade do abandono, o que ainda não é o nosso caso, mas….

    Tem que olhar para os lados, tem que saber o que a cidade está fazendo, e só tem um jeito é “tirar o rabo da cadeira mesmo”, desculpem a frase, que embora pareça grosseira, é tradução perfeita para as nossas necessidades.

    Telma

  • Bem acho que o radialista tem razão em levantar esse tipo de questão e a sua função é informar, agora dizer que alguem estar certo ou errado em promover esse tipo de EVENTO é bem diferente.Na minha opinião eu achei FANTASTICA essa idéia de LUAU na em ALTER,pois não costuma haver quase NADA lá , acredito que isso AUMENTA o TURISMO local e traz RENDA as pessoas e a VILA.Quanto ao senhor LUIS ALBERTO ele deveria se INFORMAR melhor dos acontecimentos de sua comunidade.

  • Cadê o Fundefinho que não se manifesta a esse respeito? Pra vcs que não sabem, Fundefinho é o nobre vereador Valdir Matias Jr. o dono do Partido Verde em Santarém, que sonha um dia ser prefeito. Tadinho, dele!

  • Nunca fizeram nada com a casa do Procurador Federal Felicio Pontes, que esta dentro de uma APP na praia de Alter, vão fazer com uma simples festinha de Lua, temos mesmo que combater os esgotos que estão poluindo nossas praias.

  • Gente….é brincadeira essa discusão de vcs por causa do lual em Alter sinceramente……..

    Vão se preocupar com outras coisas mais interessantes e realmente problematicas q temos em nossa cidade e em nossas praias.

    1º) concordo com o Telio,os esgotos estão sendo despejados em nossos rios diariamente e é um absurdo o descaso de nossos governantes com a falta de saneamento basico.

    2º) deveriamos é fiscalizar o assalto q sofremos quando desejamos comer em uma das barracas da praia de Alter…,SÃO PREÇOS ABSURDOS Q ESPANTA QUALQUER TURISTA..

    3º) é um absurdo uma praia como Alter apresentar falhas gravissimas de falta de banheiros publicos para turistas e frenquentadores…,isso sim é uma vergonha!!!

    Precisamos melhorar em muita coisa gente….,e creio q esse problema de “Lual” é insignificante perto de tantaos outros assuntos gravissimos q temos a debater…

    pensem nisso!!!

    1. Ei, há kt tempo vc não vai lá…já tem banheiro colocado pele prefeitura, assim como embaixo da explanada na praça tbm tem banheiro

  • Costumo á escutar esse tal de Raik Pereira na Rádio rural, aliás esse cidadão que se diz profissional do rádio tem como alvo principal a prefeita de santarém, todo dia a mesma coisa, sem dó e piedade criticam o que acontece de bom ou de ruim no governo. agora sem ter mais o que noticiar ou fazer, este cidadão começa a perseguir pessôas que trabalham honestamente. eu moro em alter do chão, amo a natureza e não vejo mal algum em o dono da barraca que aliás é pessõa honesta e trabalhadora proporcionar aos seus frequentadores em local bonito e tão bem cuidado pelos proprietários das barracas como a praia do cajueiro, um momento de lazer, aliás muito bem organizado. por favor não peça a teu patrão que inicie uma nova cruzada contra as pessõas de bem, que ganham a vida de maneira honesta .

  • Que mal tem, num local que tem alguns km2 de praia cercar por algumas horas uma área minima que não afeta a vida de ninguém, com o objetivo de oferecer uma opção de diversão a população? Seria o fato de cobrar? E se não cobrar quem banca os custos? Só os chatos de plantão para acharem tudo errado. Já vi diversas vezes o dono da barraca varrendo a praia que todos usam e que nem sempre consomem na barraca dele. A INVEJA É UMA MERDA!

    1. A praia é pública…tem que ser de graça da próxima vez chamo o mp e polícia

  • Gostaria de parabenizar ao denunciante desse fato ocorrido em Alter. Infelizmente tem sido comum a apropriação em Santarém de espaços públicos para fins particulares sem que haver autorização do poder competente para tal apropriação.
    Pessas tem ganho dinheiro utilizando o espaço público para fins estritamente particulares. Qualquer dia desses promoverão um festa fechando a Av. Rui Barbosa e o Poder Público talvez fique, como tem ficado até agora, silente.
    A praia é por definição do nosso Código Civil e mandamento constitucional um espaço de uso comum do povo. Impedir sua utilização pela coletividade cercando-a para uso particular e impedindo o acesso a ela pode constituir-se em vários tipos penais de acordo com o caso concreto. Por exemplo extornsão ou constrangimento ilegal.
    O Ministério Público Federal deve se posicionar sobre casos como esses, pois as praias do Tapajós são conseradas áreas pertencentes à União.
    Espero que providências sejam tomadas.
    E sinceramente o pensamente de algumas pessoas tentanto relativizar o ocorrido não interessa nem um pouco ao Direito, pois vige, nesse caso, a proteção ao superior interesse público visando proteger ao patrimônio da coletividade.
    Nâo ver problema algum nisso é no mímino fazer tábula rasa do direito administrativa público e chancelar o comportamento ilítico, que também pode ser civil e administrativo nesse caso.

  • Só estava faltando isso, alguém para reclamar do luau. Eu estive lá e fora a cantora de nome Hanna (acho que assim que escreve) o resto estava muito bom.
    Havia bastante segurança e inclusive PMs estaviveram no local por várias vezes.
    Vir, ainda muita gente da vila.
    Não estive no domingo lá, mas tenho certeza que o Joaquim e sua familia, que são os donos do local, e pessoas de grande estima, com certeza não deixariam sujo o local, muito menos fechado, afinal seu sustento é tirado dali, dos frequentadores da praia.
    No mais, concordo que há outras coisas mais importantes a nos preocuparmos.

  • Já deram uma passada na praia de Maracanâ em época de cheia, o que fizeram com a praia; simplesmente fizeram uma extenção das barracas em direção a praia que não há nenhuma possibilidade de trafegar na orla da praia; se quiser tem que passar por baixo do tablado; e lá embaixo vc vai ver a sujeira que tem em baixo do tablado. Cadê os orgãos competentes pra fiscalizar esse abuso. Sem contar a poluição sonora.Vc não consegue falar com ninguém, pois não ouve nada. É brincadeira.

  • O Telio parece ter problema de falta de entender o que lê. A festa foi na praia, promovida pelo restaurante. Por isso dia SIM 77.

  • Concordo plenamente com o Telio,

    se isso for crime, também é crime ambiental a realisação de eventos religiosos no colosso do

    Tapajós, uma vez que sua construção foi destinada à praticas esportivas.

    1. A questão não é o evento em si, é cercar um espaço público e cobrar ingresso…………tenha mais noção.

      1. Zé do Radio, acho deveria respeitar mais a opinião alheia. As outras pessoas podem até estar erradas, mas acho que o senhor não é o “dono da verdade”. “Noção” é um termo muito relativo. As vezes a sua “noção” é completamente errônea para outros.

        Por essa teoria, qualquer restaurante de praia que cobrar couver artístico está cometendo crime ambiental. Aliás, por essa linha de pensamento, qualquer empreendimento que cobrar alguma coisa está “privatizando” a praia.

        Será se esse lual tivesse sido algo como “lual borari” ou então “festival carimbó” teria acontecido essa mesma polêmica? Senti uma pontinha de preconceito ao sertanejo na “denúncia”. (Antes que alguém fale alguma coisa, nem gosto muito de sertanejo)

        Vou bater na mesma tecla, o esgoto e lixo nos nossos rios é muito mais absurdo e ninguém faz nada.

  • Parabéns a iniciativa do restaurante pelo evento e tambem por cuidar bem de nossas praias como podemos observar quando vamos ao local.

  • Não vai pegar nada , o dono da praia,ops do restaurante, é tio do Delegado Germano .

  • Jeso , quero relatar mais um fato : Fui a praia em um domingo depois do evento anterior a esse, tava uma sujeira , e ainda os cercados . Será que essa festa tem autorização da Policia Civil e principalmente dos bombeiros, pois não é proibido fumar e é cercado de palha .É bom pedir para os organizadores apresentarem as autorizações .

  • O presidente não ta nem ai pra praia de Alter se tivesse não estaria um imundice e o local da “festa” tava limpissima e a grana cobrada era para pagar o cache dos musicos, acredito eu. E tem mais aprovo 100%, pois alterniva por la nas noites de sabado é zero. Gostei muito.

  • Voces já estão reclamando disso? Vão ver quando virarem estado?? O que vai chegar de sujeira por ai..vem de todos os lados. Essas prais vão ficar lindas.

  • Não fui nessa festa, mas sinceramente, não vejo mal nenhum. Se o local foi limpo após a festa (eu imagino que sim), e a festa foi no restaurante, qual o problema? Se eu fosse radialista, eu usaria da minha palavra para denunciar e cobrar das autoridades o problema dos esgotos nos nossos rios. Esse sim é um CRIME ambiental inadmissível.

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