
As investigações do caso Alepa (Assembleia Legislativa do Pará) na área criminal, capitaneadas pelo promotor Arnaldo Azevedo, levaram a descoberta da existência de diversos cheques daquela Casa pagos pelo Banpará, nos quais constam tão somente a assinatura do deputado José Megale (PSDB).
À época, Megale era vice-presidente, e a quem cabia a substituição do presidente quando este estivesse em viagem pelo interior, fora do Estado ou gozo de férias ou licença.
O caso Alepa é investigado pelo MP por conta de fraudes em folha de pagamento e contratação irregular de pessoal na Alepa. Os pagamentos falsificados teriam gerado rombo de mais de R$ 9 milhões na Casa. Somente na gestão de Mário Couto e Haroldo Martins (2003-2007), o desvio teria chegado a quase R$ 2,5 milhões.
Segundo o promotor, da análise dos cheques surge a ligação entre José Megale e Daura Irene Xavier Hage, pois os cheques assinados e indevidamente pagos pelo Banpará às empresa da família de Daura dizem respeito a processos licitatórios comprovadamente fraudados.
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José Megale assinava autorizando o pagamento de obras, serviços e aquisição de bens nunca realizados ou entregues à Alepa.
Além disso, as investigações descobriram que o deputado José Megale mantinha nos quadros funcionais de seu gabinete Marco Antonio Costa Martins – falecido no ano passado – e que era proprietário da empresa MAC Martins, que mantinha negócios comerciais com a Alepa.
Os serviços teriam sido requeridos ou solicitados pelo próprio Megale, conforme documentos juntados aos autos. O próprio Marco Antonio foi um dos doadores de dinheiro para a campanha eleitoral de José Megale, segundo informações levantadas junto a Justiça Eleitoral
Segundo o promotor de justiça Arnaldo Azevedo, “o procedimento para retenção do imposto sobre serviços que a empresa MAC Martins supostamente prestava à Alepa era irregular, na medida em que ao invés de ser retido pelo órgão tomador do serviço, o desconto referente ao ISS era repassado para o proprietário da empresa que era assessor do referido deputado, através de cheque, conforme apurado”.
Somado às informações levantadas pelo Ministério Público, “consta ainda o fato de que o deputado José Megale possui reduto eleitoral nos municípios de Monte Alegre e Alenquer, sendo que Daura Hage e seus parentes são exatamente radicados naquela região do estado do Pará”, disse o promotor.
Com informações do MP (Ministério Público) do Pará/Belém
NESTE ANO TEMOS Q TER CAUTELA ÃO ELEGER OS CANDIDATOS A PREFEITOS.
quando vem em Alenquer promete mundos e fundos junto como prefeito dele, todos são farinha do mesmo saco, mas infelismente vai dar em pizza.
“O promotor de Justiça Arnaldo Azevedo apontou envolvimento do deputado José Megale, atual líder do PSDB, no pagamento a empresas da família de Daura Irene Xavier Hage, relativos a processos licitatórios comprovadamente fraudados, na gestão passada da Assembleia Legislativa do Pará.
Na condição de vice-presidente, Megale assinou sozinho diversos cheques do Banpará autorizando pagar obras, serviços e bens nunca realizados ou entregues. Além disso, Marco Antonio Costa Martins – falecido no ano passado – proprietário da empresa MAC Martins, que mantinha negócios com a Alepa, trabalhava no gabinete do deputado e foi um dos doadores de dinheiro para a sua campanha eleitoral, de acordo com informações prestadas ao TRE-PA. Os serviços teriam sido solicitados pelo próprio Megale, conforme documentos juntados aos autos.
Segundo o promotor de justiça Arnaldo Azevedo, “o procedimento para retenção do imposto sobre serviços que a empresa MAC Martins supostamente prestava à Alepa era irregular, na medida em que, ao invés de ser retido pelo órgão tomador do serviço, o desconto referente ao ISS era repassado para o proprietário da empresa que era assessor do referido deputado, através de cheque, conforme apurado. Consta ainda o fato de que o deputado José Megale possui reduto eleitoral nos municípios de Monte Alegre e Alenquer, sendo que Daura Hage e seus parentes são exatamente radicados naquela região do estado do Pará”.
Éguate, mano! E o governo corrupto foi o da Ana Júlia. Será???? Farsantes!
não vai dar em pizza e sim em farofa de acari de alenquer.
o armandinho não vai gostar nada disso!
Só espero que esse caso não acabe em Pizza.Desejo que todos os políticos corrupitos se acabem atrás das grades.
O Escândalo na ALE vai muito além do Megale.
Penas demo tucanas estão voando por todos os lados.
Pelo jeito 2012 está se caracterizando como o fim do mundo demo-tucano.
Uma Cachoeira atrás da outra
Um inferno astral sem fim
O fim dos tempos (deles) parece estar chegando.
Um novo tempo está surgindo
Bom para o Brasil !
Tiberio Alloggio