O Paraná como exemplo para o Tapajós

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por João Guilherme Mota de Sousa (*)

Hoje o Estado do Tapajós pode e tem condições com educação, trabalho e tecnologia superar as dificuldades e ser um grande Estado. SIM Tapajós, SIM Carajás.

A seguir um pouco da história do Estado do Paraná que eu tenho como exemplo de superação.

O Paraná pertenceu a São Paulo, foi separado e nem por isso São Paulo ficou pobre e Curutiba hoje é uma cidade desenvolvida com qualidade de vida, assim como podemos destacar no interior do Paraná: Foz do Iguaçu, Londrina, Maringá, Ponta Grossa,…

O Paraná é o quinto estado mais rico do Brasil, seu PIB, é menor apenas que o PIB de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

Em 29 de maio de 1843, começa a discussão do projeto de lei que elevava a comarca de Coritiba à categoria de província, que pertencia a São Paulo. Os deputados paulistas usavam como desculpa que o verdadeiro motivo da criação da nova província, por desmembramento da Província de São Paulo, seria o de punir esta última por sua participação na Revolta Liberal de 1842.

A economia paranaense ganhava incremento com a exportação da erva-mate nativa para os mercados do Prata e do Chile e o comércio de gado. Eram feitas promessas de emancipação, enquanto prosseguiam as representações e a luta no Parlamento. Finalmente, a 28 de agosto de 1853 foi aprovado o projeto de criação da província do Paraná, que teria como capital provisória o município de Curitiba e depois seria confirmada.

No início, houve certa dificuldade, pois o governo do Paraná não alcançou a necessária continuidade administrativa, já que a presidência da província, de livre escolha do poder central, teve nada menos de 55 ocupantes em 36 anos.

A decadência do comércio de muares acarretou crise em toda a sociedade pastoril do Paraná. O grande patrimônio indiviso da família patriarcal, que abrangia vários núcleos familiares, já não podia prover a subsistência de todos. Filhos de fazendeiros emigraram para as cidades, para São Paulo e para o Rio Grande do Sul.

Desde o início do século XIX, o Paraná recebia imigrantes, dentro da política de preenchimento dos vazios demográficos. Eram açorianos, alemães, suíços e franceses, mas em pequeno número e sem condições de prosperidade.

Embora contasse com uma população próxima de 60 mil habitantes, o Paraná continuava, do ponto de vista humano, um deserto irregularmente interrompido por dezenove pequenos núcleos situados a distâncias imensas uns dos outros, distâncias literalmente intransponíveis, pois, além dos caminhos históricos, que dentro em pouco se saberia não serem os caminhos econômicos, nada havia que se pudesse chamar de rede de comunicações.

Os dezenove núcleos eram representados pelos dois municípios (Curitiba e Paranaguá); pelas sete vilas (Guaratuba, Antonina, Morretes, São José dos Pinhais, Lapa, Castro e Guarapuava); pelas seis freguesias (Campo Largo, Palmeira, Ponta Grossa, Jaguariaíva, Tibagi e Rio Negro) e pelas quatro capelas curadas (Guaraqueçaba, Iguaçu, Votuverava e Palmas).

A população das vilas, freguesias e capelas oscilava, em geral, entre mil e cinco mil habitantes, de forma que a densidade efetiva, nos centros urbanos incipientes, era bem maior do que a média estatística (0,3 pessoa por quilômetro quadrado) faria supor. Em compensação, na maior parte do território o vazio era absoluto. Eram os campos gerais, a floresta, e a serra do Mar.

Para concluir:
Nós diremos SIM a divisão do Pará. Que o Oeste do Pará seja vencedor.
O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) aprovou, e eu gostei, para que todo o eleitorado do Estado, independentemente de onde vivem possam decidir. Desta forma nós de Santarém radicados em Belém, vamos poder votar a favor do Estado do Tapajós e Carajás.

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* Santareno, é professor da UFPA (Universidade Federal do Pará). Reside em Belém.


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8 Responses to O Paraná como exemplo para o Tapajós

  • Gostaria de saber se o governo estadual “sangue suga” paraense ficar sem essas duas regiões, os paraenses irão passar fome? Sai da minha aba paraenses sai para lá.
    Invistam mais em turismo e indústrias e vivam felizes, sem nós. E deixem de se humilhar com medo de ficarem pobres, vocês não se garantem? É só trabalhar que vocês conseguem, mas acho que não estão muito a fim, não é mesmo?

  • Que bela comparação. As economias são iguais parece gato com lebre. Parem de brincar com inteligência alheia, se separasse que não divide. Tapajós é sem duvida candidato ao estado mais pobre do país e com políticos mais corruptos para piorar a situação, basta olhar para ficha corrida de seu principal líder, Lira Maia, campeão em processo no STF e se quiserem podem levar o Jader também para quem sabe ser governador.

    1. Mais um papagaio repetidor do argumento frágil e sem conteúdo vindo da capital paraense. E o pior é que nem se dão o trabalho de escrever algo que faça sentido e tenha um minimo de lógica, apenas repetem, repetem e repetem o discurso sem conteúdo.

    2. oh! senhor super dotado de super inteligencia. quem vai ganha na mega sena . quem vai ganha a copa . quem vai ser o proximo presidente do brasil. sabe tudo te baseia na tua funebre inteligencia na insigificante ideologia . concerteza és um morto. Nós sonhamos com dias melhores. ja experimentamos por seculos o desprezo de nossa capital .

    3. JADER É CRIA DE VOCÊS E LIRA MAIA PUPILO DO DOS GUEIROS, TODOS FARINHA DO MESMO SACO, TODOS DAI. AQUI NOS VAMOS EXTIRPAR OS BANDIDOS.
      VAMOS AS URNAS MEDROSOS!!!!!

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