Foto: Cristiano Martins/Agência Pará

Encontro dos governadores Simão Jatene (PA) e do Mato Grosso, Silval Barbosa (esq.) no distrito de Miritituba, em Itaituba, hoje de manhã. Silval Barbosa está à frente de uma caravana (“Rota da Integração”) que reúne empresários da China e do Mato Grosso interessados em investir numa ferrovia ligando Nova Mutum (MT) a Santarém (PA), para escoamento da produção de grãos do Centro-Oeste brasileiro.
Leia mais em Caravana da “Rota da Integração” termina em Santarém.
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Chineses a caminho de Santarém.
Jatene conspira contra os sonhos de emancipaçãp de seu povo sofredor.
Ao contrario do que diz, que mostra-se de acordo com a consulta popular, posando como neutro ao assunto, Simão Jatene incorpora-se de corpo e alma na luta contra os anseios de emancipação do Estado do Tapajós e Carajás e mesmo sendo originário de Santarém seu Vice Governador, politico qual samba de uma nota só, omite-se à luta para não contrariar Jatene, e mostra-se ocupadissimo tal qual um criminoso construindo um álibi para fugir de sua responsabilidade.
Os tentaculos do poder emanado por Jatene, calam o Vice Goverador, Deputados e apaniguados.
Jatene não conseguiu “sintonizar” pelo NÃO Dudimar Paxiúba e criou animo em Zenaldo para destronar o primeiro Deputado Federal genuino da região do Tapajós.
-É muita cara de pau desse governador… Mandem Óleo de Peroba para lustrar a lata dele. ja que caiu sua máscara.
Jatene realiza manobras para impedir nossa emancipação.
O governador mais viaja de avião do que governa o estado, ultimamente não sai das regiões a serem emancipadas para iludir a população.
Isso é uma verdadeira manobra do governador Simão Jatene, visitar insistentemente as regiões de Marabá, Santarém, Itaituba e até a divisa com o Mato Grosso em Jacareacanga e Novo Progresso.
Nunca se recebeu tanto a visita do governador por essas bandas.
Tudo por conta do plebiscito que ameaça dividir o estado, mas não se iludam , depois do plebiscito, nunca mas passará por esses municípios do oeste.
É tudo promessa para enganar o povo.
Será que o povo vai se deixar enganar pelas lorotas do governador.
Com certeza tem manobra dos contra nessa história.
é por isso que precisamos da nossa independencia politica, em toda nossa historia não houve governador do Pará que fizesse algo pelo Oeste do estado, foi necessario o Mato Grosso precisar para que o asfaltamento pudesse andar, e so os chineses pra investir em uma ferrovia comcomitante com a estrada, adeus Jatene, sim ao tapajós.
há! so pra tirar uma dúvida. qual é o principal argumento da turma do contra para que não haja a criação do ESTADO DO TAPAJÓS.
SO NÃO ME VENHA COM AQUELA PORQUE O PARA NÃO SE DIVIDE. QUE ESSE BLA, BLÁ , BLÁ É BURRICE.
Quem diria, caiu a máscara do governador Simão Jatene, que como uma raposa em silência faz campanha contra a criação do Estado do Tapajós.
Ultimamente o que o governador só sabe fazer é pegar seu jatinho e viajar para essas regiões.
E o vice governador Helenilsom Pontes, porque não deixa deixa o governo. O próprio governador Jatene já tratou de engessa-lo e dando mais uma secretaria, da Promoção Social, para que ele não tenha tempo para se dedicar a campanha.
O povo está atento, olho clínico neles
Os Chineses querem comprar a Soja produzida no centro oeste por um prezo mais em conta.
Por isso o escoamento desse produto pelo Estado do Tapajós é super interessante para eles e para nós também.
Com isso o Tapajós terá Hidrovia, Rodovia e Ferrovia.
O Governador do Grão Pará é um “intruso” nessa negociação com o Governo Federal. Não vai investir um “tusta”, ele vai meter aí apenas a sua barba.
Aparece aí em mais uma jogada de marketing do Governo do bla…bla…bla….
Nossa mídia agradece
Tiberio Alloggio
O ATUAL MODELO DE ENSINO RELIGIOSO DO PARÁ
O Ensino Religioso, garantido no art. 210, § 1°, da Constituição Federal de 1998 e no art. 33, da Lei nº 9.394 (LDBEN/1996), alterado pela Lei nº 9.475, é parte integrante da formação básica do cidadão, sendo assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil.
Entretanto, no Pará, essa área de conhecimento (Resolução nº 02/1998 – CNE/CEB), que integra o currículo da base nacional comum na educação básica (Resolução nº 04/2010 – CNE/CEB), não se tem observado as diretrizes legais que regem o magistério para os anos finais do ensino fundamental, onde se destaca que a formação nesse nível de ensino é ministrada por docente legalmente habilitado em curso de licenciatura plena superior (art. 62 e 63, da LDBEN), ora reafirmado no art. 7, da Resolução nº 325/2007 e art. 137, inciso III, da Resolução nº 01/2010, ambas emitidas pelo próprio Conselho Estadual de Educação do Pará.
Outro problema consiste sobre o lugar ocupado pelo Ensino Religioso na escola, ou seja, não há entendimento de muitos sobre o valor e a contribuição desse componente curricular na formação integral dos alunos, por isso é que tem sido encarado de qualquer maneira pelo sistema estadual de ensino, que insiste em manter qualquer pessoa na escola, conforme planilha de informação acerca dos professores que atuam com o Ensino Religioso, encaminhado ao Ministério Público do Pará, em fevereiro do corrente ano, pela SEDUC/PA.
Nas escolas da rede estadual de ensino, ministrando aulas de Ensino Religioso encontramos de tudo e muito poucos professores habilitados para isso. Hoje lecionam Ensino Religioso pedagogos, língua portuguesa, magistério 1º e 2º grau, estudos adicionais, ciências sociais,Bacharel e técnicos em contabilidade, história, ciências, matemática, geografia, engenharia, administração, secretária, diretor, teologia, educação artística, direito, aluno, educação física, educação artística, filosofia, orientador, entre outros.
Segundo a Associação de Professores de Ensino Religioso do Pará (ACREPA), “o que nos chama atenção é ao fato de possuirmos o primeiro curso de licenciatura plena numa universidade pública do Brasil que habilita docentes para o Ensino Religioso desde 2000, o curso de Ciências da Religião (UEPA), todavia, o próprio Estado faz resistência quanto à realização de concurso público (prometido desde 2008) e a contratar esses profissionais legalmente habilitados, mantendo na rede estadual de ensino qualquer pessoa”.
Essa situação ilegal mantida na educação local está prevista no relatório elaborado por Farida Shaheed para o Direito à cultura, apresentado à Organização das Nações Unidas (ONU) neste ano, onde se destaca que “a intolerância religiosa e o racismo persistem na sociedade brasileira”, principalmente contra as religiões de matriz africana, e aponta as contribuições do Ensino Religioso paraense, dentre os 11 estados citados.
Isso é decorrente quando o Ensino Religioso passa a ser encarado por pessoas de qualquer nível de ensino e de qualquer área do conhecimento, uma vez que, conforme a ACREPA, cada área do conhecimento precisa ser assumida por cada profissional legalmente habilitado, como é destacado na mídia, pois quando se trata do médico, do advogado, do engenheiro, do arquiteto, todos cobram sobre sua total responsabilidade, mas quando se trata da educação brasileira pensa-se ao contrário, como consta na planilha da SEDUC/PA, onde qualquer pessoa pode dar aula de ensino religioso, menos o profissional legalmente habilitado, implicando no modelo de Ensino Religioso prosélito, catequético, doutrinário e teológico, contrário daquele defendido pela ACREPA.
ACREPA