Roubos e homicídios caem no Pará

Publicado em por em Segurança Pública

Da Agência Pará

Os números das ocorrências policiais registradas no Pará no primeiro trimestre deste ano apontam redução de 10,20% em relação ao mesmo período de 2011.

A queda foi identificada principalmente nas ocorrências de homicídios (-7,39%) e nos crimes de roubo (-6,13%).

Os dados foram apresentados pelo diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Roberto Sena, na manhã de ontem, 2, durante o Seminário de Gestão por Resultados, realizado no Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia.

Na ocasião, o governador Simão Jatene também entregou 30 unidades móveis integradas, 20 unidades de resgate, 165 motocicletas, 15 lanchas, 5 caminhões tanques e 7 equipamentos denominados desencarceradores – utilizados para a remoção de vítimas presas em ferragens. Todos os equipamentos serão destinados para os órgãos do Sistema de Segurança Pública do Pará (Segup, Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros).

Leia mais em Número de homicídios e roubos caiu no Pará nos últimos três meses.

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6 Responses to Roubos e homicídios caem no Pará

  • sexta-feira, 4 de maio de 2012ULIANÓPOLIS SOB A MARCA DA INSEGURANÇA
    A cada dia que passa, Ulianópolis, município localizado na região sudeste do Estado do Pará, está se transformando literalmente no que podemos chamar de barril de pólvora prestes à explodir. A violência, a criminalidade, a impunidade, tomam conta do campo e da cidade, crescem assustadoramente sem que a justiça, a polícia e outras autoridades competentes cumpram com as obrigações que são de suas competências.Os péssimos exemplos saltam aos olhos e se arrastam há anos sem que nada se resolva, sem que nenhuma providência seja tomada, deixando a população cada vez mais apavorada diante do caos instalado em Ulianópolis. Invasões de terras, crimes ambientais, rota de madeira roubada, comércio ilegal de madeiras, caos no trânsito urbano, tráfico de drogas, prostituição infantil, contaminação com resíduos tóxicos do solo e do lençol freático há mais de 12 anos e as providências não se concretizam. Até quando Ulianópolis terá que conviver com esse estado de coisas?

  • Por favor leiam a tese do professor da UFPA Jarsen Guimarães sobre crime na região de Santarém e no Estado. Segundo as informações, baseadas nos dados Instituto Sangari (2010) mostram dados da criminalidade no Brasil por Região para o período 2002/2007, revelam uma redução da criminalidade no Brasil em 4%, em função principalmente das taxas negativas de São Paulo e Rio de Janeiro. Porém, na maior parte das capitais brasileiras a criminalidade aumentou no período 2002/2007. No Sul destaca-se o Estado do Paraná com aumento de 39,80%; no Sudeste o Estado de Minas Gerais com 37,82%; Goiás com 11,84% no Centro-Oeste; no Nordeste, Maranhão, Rio Grande do Norte e Bahia, com 89,58%, 97,34% e 108,30%, respectivamente. No Norte o Estado do Pará apresenta o maior índice de criminalidade, com 85,83% de aumento.

  • Jeso, postei uma mensagem logo cedo e parece que foi censurada.
    Mas, repiso o postei:
    Vindo estes dados do JATEVE, certamente, não reflete a realidade sobre a segurança público que o povo paraense sofre.
    A turma do PSDB acostumada a inaugurar maquete, alterar dados sobre a segurança pública é coisa pequena.
    Então, Jeso? Vai ou não vai publica a postagem? Ou vai censurar?

    1. João, Santarém, desde semana passada, vem sofrendo constantes “apagões web”. Foi só por isso, nada mais do que isso, que o seu comentário não foi liberado. E por falar nisso, que tal vc. rebater com números confiáveis essa estatística do governo Jatene? Faça isso!

  • QUEM FALOU ISSO ESQUECEU DE DIZER QUE TAMBÉM DIMINUIU O ATENDIMENTO MÉDICO OS LEITOS NOS HOSPITAIS, OS MEDICAMENTOS NOS POSTOS DE SAÚDE.

  • Sendo que tais dados foram criados pelo JATEVE, certamente, não reflete a realidade vivida pelos paraenses.
    Como a turma do PSDB é acustamado a inaugurar até maquete, alterar dados sobre segurança pública é coisa pequena.
    NÃO AO JATEVE E NÃO AO VON.
    Portanto: NÃO E NÃO.

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