Blog do Jeso

PSTU ao lado de Jordy e Zenaldo

Do leitor que se assina Jósimo Andrade, sobre o artigo O SIM da UES ao estado do Tapajós, da lavra de Ib Tapajós:

Nunca pensei que o PSTU fosse defender a mesma causa do Grupo Maiorana, que ficaria lado a lado com a elitista burguesia belenense.

Nunca pensei que esse partido de radicais desmiolados fosse se juntar com a plutocracia paulista e a imprensa sulista.

Nunca imaginei o partido que diz dos trabalhadores dando as mãos ao Zenaldo Coutinho, ao Jordy e a tantos outros que montam barricada para negar liberdade a um povo historicamente oprimido.

Mas esse é o PSTU, o partido dos sem rumo, sem direção, sem prumo e sem destino. É o partido da desordem, da bagunça, da balbúrdia, da destruição. É o partido embrião dos oportunistas e demagogos que ao menor sinal dos donos do poder logo a eles se juntam para, como já vi alguns dizerem, compensar o tempo em que passaram a pão e água.

O PSTU é o PT na fase larvar, que felizmente não terá como chegar lá e mostrar quem realmente são e o que verdadeiramente pretendem.

Deixa-te acabar logo PSTU e nos poupe de te ver apodrecer e definhar moralmente como aqueles pobres seres rastejantes que um dia pensaram ser vertebrados e um certo dia descobriram que não estava no seu genoma o atributo de andar ereto tal qual homens cordatos.

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7 respostas a PSTU ao lado de Jordy e Zenaldo

  • Paulo Betim disse:

    ZENALDO COUTINHO NÃO TEM ESCRÚPULOS E COM DINHEIRO CORROMPE OS EMPRESÁRIOS.

    ” A mais nova é a seguinte: empresário do ramo de comunicação, dono de canal de televisão em Marabá, nascido nesta cidade e que até pouco tempo defendia com unhas e dentes o “SIM”, acaba de fechar com o Deputado federal Zenaldo Coutinho, para defender as cores do “Não”…

    É fácil saber de quem se trata, pois ele quando veste a camisa de uma luta, costuma chamar muita atenção.
    Todos verão a mudança de comportamento do nosso “amigo-da-onça” em seu canal de televisão!
    MAIS UMA VEZ AS ELITES , COMANDADA POR ZENALDO, AMEAÇAM NOSSO SONHO DE EMANCIPAÇÃO.
    Nossa arma, voto 77.

  • Tocqueville disse:

    É, ao que parece, as “zelites” de Belém e do Pará vão vencer no dia 11.12, pois os comentários ressentidos aí acima demonstram isso.

    Vai ser a primeira vez na História que as “zelites”, que são necessariamente um fração pequena ou ínfima da população, vão vencer uma eleição contra a maioria do povo que são vocês (até parece…)…

  • Válber Almeida disse:

    Jeso, se houver possibilidade, publique este meu comentário em forma de post para debatermos as ideias aqui no blog.
    Caros, chamar um pouco mais à razão e à reflexão lógica um debate que se mostra muito permeado de ideologias e sensacionalismos pode ajudar na organização das ideias. Permita-me, mais uma vez, utilizar o seu espaço para expor algumas questões que me parecem merecer mais atenção neste debate. Farei as minhas observações em blocos, para evitar se estender muito e tornar cansativa a leitura, além de possibilitar um debate mais proveitoso no blog.
    Primeira consideração. É importante salientar o aforismo presente no argumento de que o Pará ficará inviabilizado de se desenvolver se perder o domínio sobre os territórios do Carajás e Tapajós e seus recursos naturais.
    Este é um dos argumentos mais disseminados pelos senhores do Contra, pelo menos aqui na capital, e ajuda muito no cultivo de uma certa insegurança sobre o futuro e um certo terrorismo psicológico (este um recurso que sempre vem às mãos dos que se acham dominadores e colonizadores) na imaginação da população.
    O equívoco está, e é a própria lógica histórica que o desmonta, inicialmente, no fato de que, como os próprios próceres da campanha do contra propalam, estes territórios pertencem ao estado desde que ele ainda era chamado de província, há séculos, portanto.
    Isso significa que, se houvesse alguma relação entre a posse destes territórios e o desenvolvimento do Pará, então hoje o Pará seria um estado desenvolvido. Mas, do contrário, é um estado marcado por um profundo subdesenvolvimento.
    Outrossim, para não ficar apenas neste dado da nossa história e fundamentar melhor a refutação deste argumento, citemos, ainda, para ficar nos casos mais emblemáticos, o exemplo do Japão e, mais recentemente, dos “Tigres Asiáticos”, estes últimos que, apesar de não serem exatamente países desenvolvidos, deram largos passos em direção à conformação de uma sociedade mais civilizada.
    Estes são países territorialmente pequenos e largamente dependentes de energia, alimento e matérias-primas de outros países, porque não as possuem internamente.
    Isso demonstra, e fortalece a argumentação, que não existe uma relação direta entre grandes territórios, possessão sobre recursos minerais e desenvolvimento.
    Assim, estes elementos nos remetem a uma outra questão de fundo: o profundo subdesenvolvimento do Pará não está relacionado à posse ou não de um grande território e grandes reservas de minério.
    Como demonstram os estudos sobre desenvolvimento –com a palavra o Núcleo de Altos Estudos Amazônicos e os neoinstitucionalistas-, não é suficiente a posse de capital natural para se desenvolver um país, cidade, estado ou região. É uma soma de capitais –humano, social, cultural, político-, além de questões históricas e geopolíticas que influenciam na construção de um processo desta magnitude social.
    Continuo no próximo post.

    • Jonivaldo Sanches disse:

      Gostaria de fazer coro, com meu colega Valber.
      Inexiste relação de causalidade ou dependência entre tamanho territorial e desenvolvimento, fosse assim, os estados do Pará e Amazonas seriam os mais desenvolvidos do território nacional e o Brasil certamente não seria um pais em eterno em desenvolmento.
      Desenvolvimento socio-econômico é fruto de acumulação de capital tanto capital em sentido estrito, mas, sobretudo, humano.
      De nada adinanta a um Estado possuir fatores de produção como terra em abundância, ou mesmo acúmulo de capital, se não possuir no fator trabalho seu ponto forte para, sobre esses fatores agindo, impulsionar um processo de transformação socio-econômica que resulte em benefício coletivo.
      As elites estaduais sempre ignoraram isso. Possivelmente por que o bem coletivo nunca tenha sido realmente almejado por elas.
      É com felicidade que vejo que alguém como Valber esteja entrando em um debate como esse. O debate ganha qualidade.

  • Anônimo disse:

    Procura ler há história do PSTU para poder falar, tuas palavras podre são da burguesia que defende Lira Maia e os Martins, se quiseres ter informação de partido trotiksta vai no site do PSTU, como bons provincianos vocês defendem a divisão e usam isso a serviço de uma burguesia local ardida em corrupção, seus argumentos são fracos e sem conhecimento da história de um partido que não se vende como teus representantes os defensores do falido estado do tapajós, por um acaso já viste falar da convergência socialista, vai ler primeiro para poder falar alguma coisa, sem conhecimento decausa.

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