Jurados absolvem advogado criminalista

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Encerrado o julgamento do advogado criminalista santareno Wilton Dolzanis, acusado de ser um dos mandantes do assassinato do também advogado Walter Cardoso, crime ocorrido há 16 anos.

Dolzanis foi absolvido, por maioria de votos, pelo tribunal do júri.

Os 4 primeiros votos lidos pelo juiz Gérson Marra Gomes foram pela absolvição do advogado, o suficiente para ser considerado inocente das acusações que lhe foram feitas pelo MP (Ministério Público) do Pará.

O júri popular é composto por 7 pessoas.

Elas não acataram a tese do MP de crime de homicídio duplamente qualificado (crime cometido com contratação de pistoleiros e de emboscada) supostamente cometido por Dolzanis.

Atuaram na defesa dele os advogados José Ronaldo Dias Campos, Luis Alberto Mota Figueira, Benones Agostinho do Amaral e Rose Kelly Lobo. A tese que usaram foi de negativa de autoria.

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25 Responses to Jurados absolvem advogado criminalista

  • Em discurso ao Jornal escrito Folha de São Paulo, o Ministro do STF Marco Aurelio de Melo, disse o seguinte: Se estão exercendo influência na maior corte do Judiciário, imagina como acontece em um Juiz de 1º grau.

    1. E ele tem todo razão, hoje no Forum de Santarém não se falava em outro assunto que não fosse as articulações da defesa para conseguir a absolvição do advogado, que vão desde os contatos com os jurados e parentes até a apelação para comoção social com ambulância na porta do Forum,
      Dizem que o mais legal é que o advogado em seu depoimento falava que sofria de um esquecimento por conta da doença que adquiriu por conta do processo, mas lembrava nome, sobreno e apelido de bandidos, a data e nome de todas as ruas por onde andava, mas não lembrava que assinava petição para o “estagiário” Dinho e tamb´me quando teve que responder sobre como cehgou tão rápido no local do crime e quem lhe avisou preferiu o silêncio consitucional.
      Lamantável!

  • Esta demora favoreceu o reu. Tenho absoluta certeza, que as testemunhas todas foram orientadas, pelo vivo, o morto já se foi. Caso fosse julgado até 4 anos depois do crime, o resultado teria sido outro.

    1. Com toda certeza, os que vivenciaram essa epoca em Santarem sabem muito bem quem era quem no quebra cabeça que a defesa não soube nem começar a desmontar…

  • É uma vergonha, os advogados do Dolzanes conseguiu segurar, não sei como este processo por 16 anos, faltou 3 meses pra prescrever, infelismente não acredito na justiça. Se fosse um pobre ou seja se tivesse sido ao contrario, tivesse matado o Dolzanes em dois anos ou menos tinha acontecido o julgamento e o pobre coitado, tinha pêgo pena máxima 30 anos.

    1. Caro bacharel,

      O prazo prescricional de um homicídio simples é de 20 anos. Lembrando que o Dr. Dolzanis havia sido pronunciado por crime de homicídio com duas qualificadoras, assim, o prazo não seria 16 anos. Uma vez que o crime de homicídio qualificado tem pena prevista de 12 a 30 anos.

      Recomendo estudar mais.

      1. Pelo visto o bacharel, que não tem coragem de se identificar, ainda não apredeu nada. O será que ele é bacharel em informática?

        1. Deve ser aluno do Professor José Ronaldo que não conseguiu desmentir nenhuma das teses da Acusação e se escondeu atras da santidade do cliente, mas não respondeu as perguntas que ficaram no ar: Como é que uma pessoa que tenta te matar depois é estagiario no teu escritório?
          Como é que o cliente dele que trocou de advogado estava preso e se meteu em um acidente de transito com uma Promotora de Justiça? Como pode ser o melhor Ciminalista da cidade e prede o prazo para recurso? E ainda confessou que o cliente dele esta envolvido ao declarar “sairam todos e deixaram só o Dolzanis”, “era para ter muito mais gente aqui nesse lugar”…
          Como disse o Promotor que colocou ou cinco advogados da defesa no bolso: Convenhamos Professor!

          1. Cara Janny, com certeza vc não estava no julgamento, ou se estava, não compreendeu nada do que viu e ouviu, ou tem interesse em torcer a realidade do que ali aconteceu.
            Existe uma grande diferença entre falar e provar.
            O que ficou provado neste julgamento é que nunca se viu num Tribunal de Juri, um Promotor com a ância da acusação, da condenação, fantasiar tanto, criar estórias sem que tivesse nos autos as provas correspondentes.
            E isto foi percebido pelos jurados, que são treinados para exercerem aquela função naquele momento, que julgaram pela inocência por falta de provas.
            Condenar inocentes é comprometimento pesado para a alma do julgador.
            Antes de fazermos juízo de pessoas, precisamos conhecê-las e finalmente colocar-nos no lugar delas!

  • O certo é que: alguns Funcionários Públicos, de qualquer função, são enviados às cidades interioranas a fim de cumprirem “uma quarentena”, posteriormente são remanejados para cidades maiores de suas preferências.Gostaríamos ,os habitantes da cidade onde vivemos ,que os visitantes ou residentes ” quarentenários”se imbricassem no modus vivendi da sociedade, infelizmente, não acontece normalmente.Outro fator importante, devemos analisar: há pessoas que trocam nomes de lugares e pessoas, a famosa gafe, os eminentes governantes cometem-na de vez em quando.Grandes jornais ,idem. Tenho a impressão que o estado emocional tem grande influência, que se manifestem os especialistas.A Pérola do Marajó é tão fantástica quanto a do Tapajós.

  • Para Causidico: Constitucionalmente todos tem direito a defesa (incluindo assassinos), se n fosse assim, n seria necessaria a existencia de advogados. Se o julgamento acontecesse ha 12 anos atrás, o resultado n seria diferente, pois nunca existou provas contra o Dr. Dolzanis, somente palavras de bandidos que sempre se contradisseram. Se vc tivesse completo conhecimento dos autos vc poderia entender.

    1. É verdade. Quem assistiu o julgamento e acompanhou todos detalhes, percebeu que não tinha nada que incriminasse o Dr. Dozanis, por isso ele foi absolvido. Inclusive, vale acrescentar, os presentes no salão do juri, aplaudiram de pé a decisão, incluindo, serventuários, acadêmicos, amigos, advogados e a família.

      E mais, não se deve achincalhar o promotor dessa forma, até porque o papel dele é apresentar elementos seja de acusação ou de inocência. Ele tinha uma tese e a defendeu sob seu ponto de vista. E isso se chama democracia, cujo resultado é a Justiça.

      Com certeza, esse trimunal do Juri foi uma aula completa de Processo Penal e a aplicação dos elementos do direito.

      Parabéns a ambos os lados, pois fizeram seu papel conforme seus princípios e acreditaram nisso.

      1. Boa esta amanifestação da Jane, com muita sensatez, diferentemente daquela pessoas que não sabem das verdades e ficam dando pitaco sem fundamentos.

        1. E qual é a verdade? Aquela que o Dr. Dolzanis não conseguiu explicar? Ou aquela que foi trazida para o processo e ele preferiu ficar calado?
          A única verdade que todos presenciaram foi que não houve vitório da verdade, do esclarecimento, todos sairam de lá sem esclarecer as várias interrogações do caso e o que é pior testemunharam os professores “perderem” todas as tentativas de adiar o julgamento e implkantar nulidades. Se não apelassem para o emoção e para sentimentalismo levariam na costa uma condenação unanime.
          Pelo que percebi, os que apludiram de pé – por ordem do Juiz presidente – não apaludiram a defesa que foi pifia, aplaudiram o fim de uma etapa e não o resultado. Pois se assim fosse como poderia se chamar de amigos do Dr. Dolzanis as testemunhas Lavor e Sergio Fonseca?
          Ah e eu conheço o processo!

          1. Querida como és boa de julgar. Um dia poderá passar pela mesma situação, pois todos nesse mundo estão sujeitos a passar por isso, n vou te julgar pois n quero me igualar.

    2. Caro jeso. Quando o STJ julgou o caso maria do carmo, foi um julgamento politico e nao constitucional, no caso dolzanis, foi identico, julgaram o advogado dolzanis e nao o crime, no caso mantante do crime do assassinato do walter cardoso.” dolzanis foi o presidente do consorcio para matar o adv. Walter”.

      1. Perdoe-me, mas devemos tomar cuidado com o que se fala, eis que tal afirmação é perigosa.
        Se o senhor(a) estava presente na citada reunião, por que não compareceste para depor.
        Assim, com a devida prova e como testemunha ocular, o Dr. Dolzanis poderia ter sido condenado.

        O devido processo legal se baseia em indícios e fatos que podem ser comprovados. É a rega.

        1. Infelizmente o tribunal do juri é uma instituição falida, juntamente com a demora de 16 anos para acontecer o julgamento, favoreceu o reu. Mas não sabia que ele era um anjo, fiquei sabendo com esse julgamento,amem.

          1. Pois é Priscila, até ontem também eu só sabia que ele era o advogado dos pobres porque depois de contrata-lo o cliente tinmha que entregar os móveis e até a casa como pagamento de honorários e no depoimento dele ele se disse mais pobre do que os clientes… imagina!

      2. Eis aqui uma acusação vil de uma pessoa que não se identifica, mas que se coloca nesta postagem na alcunha de “Red black”, ao acusar uma pessoa ao dizer ” dolzanis foi o presidente do consorcio para matar o adv. Walter”.
        Ao fazer esta acusação a este lhe cabe o dever da prova e se isto não for feito, com certeza o acusado terá o direito de cifras altas de indenização.
        Vale lembrar a todos que aqui neste espaços e nos demais meios de comunicação se expuseram desta forma, incorrem a este ônus.
        Quem mais se habilita?

      3. Caro Red black, se vc tem tanta certeza do que afirma neste espaço com tanta paixão, deveria ter ido depor como testemunha no processo.

  • Promotor meia boca dizendo saudo todos que fazem parte da “PÉROLA DO MARAJÓ” era só o que o reu queria para humilhá-lo.
    Eu se fosse esse promotorzinho pedia pra sair fora daqui de santarem por que depois de hoje a tarde o promotor não mais cara para comparecer a nenhuma

  • Sr. Jeso não vi ate agora nada sobre o prédio antigo na orla que caiu o telhado , me falaram que estavam mexendo para construir uma laje , e a estrutura caiu .

  • Uma pena ,se tivesse havido julgamento há 12 anos atrás com certeza resultado seria outro , todos que acomanhavam de perto sabem que Dolzanes atuava com pessoas de índole errada e estava perdendo mercado para Dr. Walter . Até atuaou na defesa dos assassinos, chegou ao local logo após o acontecido, enfim, os jurados julgaram errado .

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