MEC autoriza novo curso de Medicina no Pará

O Pará terá um novo curso de Medicina, com abertura de 60 vagas.

É o que consta no plano de expansão de vagas em cursos e criação de novos cursos de Medicina nas universidades federais, oficializado pelo MEC (Ministério da Educação) hoje (8), via portaria da Secretaria de Educação Superior.

O novo curso funcionará na Unifesspa (Universidade Federal do Sul do Pará), com sede em Marabá.

Hoje, só há curso de Medicina na federal do Pará em Belém.

Na Amazônia, o Pará foi o único estado contemplado com a criação de um novo curso. Amazonas, Acre, Amapá e Roraima ganharão novas vagas em cursos já existentes, conforme abaixo:

1) Ufam (Universidade Federal do Amazonas), campus Arthu Virgílio/Manaus – 48 vagas

2) Ufam (Universidade Federal do Amazonas), campus Médio Solimões/Coari – 80 vagas

3) Ufac (Universidade Federal do Acre), campus Aulio Alves/Rio Branco – 40 vagas

4) Unifap (Universidade Federal do Amapá), campus Marco Zero/Macapá – 30 vagas

5) UFRR (Universidade Federal de Roraima), campus Paricarana/Boa Vista – 52 vagas.

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10 Comentários

  1. X says:

    Norte Energia + o governo Federal ,saberiam muito bem responder sua indagação.

  2. JOSE ARAUJO says:

    CADÊ O CURSO DE MEDICINA EM ALTAMIRA TÃO PROMETIDO PARA O POVO DO XINGU ?????
    CADÊ O CURSO DE MEDICINA EM ALTAMIRA TÃO PROMETIDO PARA O POVO DO XINGU ?????
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  3. Marcos Alberto says:

    Essas vagas são fruto de uma POLÍTICA EQUIVOCADA do Governo Federal para educação e saúde! Pesquisa realizada no ano passado pelo CREMESP indica que não há carência de médicos em número no Brasil, mas apenas sua má distribuição! E isso não se resolve criando vagas e abrindo as porteiras do país para médicos bolivianos e cubanos (de formação duvidosa!) como o Governo Federal planeja! Precisamos oferecer plano de carreira, CONDIÇÕES MÍNIMAS DE TRABALHO! Não é suacatando o mercado que teremos saúde de qualidade!!! Veja: os EUA tem quase METADE DO NÚMERO DE ESCOLAS MÉDICAS que o Brasil! E não “faltam” médicos porque eles estão bem distribuídos! Se as prefeituras, principalmente, da região Oeste do nosso estado, não oferecerem condições para os médicos formados pela UEPA aqui ficarem, ELES VÃO EMBORA!!! E não vão ficar simplesmente porque se formaram aqui… Acordem!!! O Governo Federal quer maquiar o problema da saúde no Brasil.

  4. Karlisson says:

    As entidades medicas nacionais ( CFM, FENAM, AMB) são contra o aumento das vagas nos cursos de medicina, pois o Brasil , hoje, perde apenas para a Índia em numero de cursos de Medicina. A carência de profissionais no interior é fruto de uma política de falta de incentivo na interiorização do profissional. Não adiantar ” formar mais médicos” se o que precisamos hoje é qualidade no atendimento, estrutura de trabalho ( laboratórios, exames, etc) e salário digno com plano de carreira que incentive o médico a ficar no interior. Temos muitos médicos, porém, pessimamente distribui-dos. Veja o exemplo de Santarem. Possui apenas 106 médicos, do total de 6.300 cadastrados no CRM/PA

  5. Moacyr Mondardo Junior says:

    Não seria interessante reinvidicar uma amplliação no número de vagas do curso de Medicina da Uepa em Santarém? Ao que eu saiba, hoje são 40 vagas anuais. Não poderiam ser ampliadas para 60 ou 80 vagas anuais?

  6. Vestibulando de Medicina says:

    Jeso, existe curso de Medicina na UEPA Santarém, na UEPA Belém, e no Cesupa em Belém… E aí? Quando será criado esse curso de Medicina? E essa universidade? Vai ser uma Universidade de qualidade ou vai ser uma UFOPA da vida?

    • Jeso Carneiro says:

      Os cursos que você cita nenhum é federal, foco deste post. Quanto à Ufopa, discordo da tua opinião. Ela é sim uma boa instituição. Tem professores de muita qualidade. Mas é claro que precisa de alguns ajustes. É bom lembrar que a Ufopa tem pouco mais de 2 anos de existência. Seria bom você fazer um comparativo dela com outras instituições que têm essa quilometragem.

      • E says:

        Smpre que se tem como escolha o nada e o que não não presta, o que não presta vence de lavada. E em educação, exceção á apenas para não ser a barbaridade nua e crua. Defender que UFOPA é o máximo que o talento santereno permite, acho um absurdo.

        • Jeso Carneiro says:

          Só falar que não presta – e não apontar as razões desse “imprestável” – é retórica vazia. Discurso palanqueiro.

          • Beti says:

            Jeso, a UFOPA tem tudo pra ser uma universidade de referência, mas muitas coisas se arrastam lá desde a época que era UFPA, como por exemplo os laboratórios.

            Não sei se isso é doença em todas as universidades, mas na maioria dos laboratórios da UFOPA faltam materiais básicos para as aulas práticas dos alunos, como luva, microscópio(que preste), heparina, pinça… etc, etc, etc. Muitas coisas os professores e alunos compram com o dinheiro do próprio bolso, e isso são coisas básicas que em um curso como medicina seria imprescindível.

            Fora isso, acho que a UFOPA é uma universidade em potencial para receber um curso de medicina sim!

            Basta reestruturar e corrigir esses defeitos.
            Lembro como se fosse hoje, que antes da implantação dela, teve uma comissão formada por membros da comunidade acadêmica, movimentos sociais e comunidade em geral, onde discutíamos a possibilidade de a UFOPA ter cursos voltados para a área da saúde, mas infelizmente a resposta que obtivemos da administração superior enquanto a isso, é que já tinha curso de medicina na UEPA e enfermagem na UEPA em em outras faculdades, e a UFOPA não iria tirar o mérito destes, pois além de serem suficientes para a nossa região, a UFOPA não iria concorrer vagas com estudantes destas instituições (pasmem) não sendo então necessário a instalação dessas áreas na universidade. Aí eu pergunto: Santarém tem médicos suficientes??!!! É rir pra não chorar.

            Daí vc tira que o descaso com a falta de debate com a comunidade sobre a UFOPA não é de hoje….

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